Existe vida pós-monografia. Existe sim, embora a gente pense que vai pirar saindo louco pelas ruas pelado gritando “eu odeio a abnt!!! morte à abnt!!!”, um dia ela chega ao fim e um alívio inimaginável toma conta do corpo da gente.
Eu me envolvi com o meu tema. Me envolvi demais. Me apaixonei pelo livro, pelo autor e pela personagem. Mergulhei no fundo da obra como se estivesse há quase um século atrás, vendo aquela mulher espetacular subir ao palco e dedicar ao seu público uma existência inteira.


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