
Dia desses, num ônibus em São Paulo, eu pensei (como tantas vezes) no fato de eu estar em São Paulo, sobre a cidade em si e sobre aquela ideia de metrópole gigantesca. A propósito odeio a palavra megalópole. Metrópole é tão mais bonito, tá certo, não são sinônimos, mas ao dizer megalópole não parece que estou dizendo “me galope”? Péssimo.
Pois bem. O fato é que eu estava no ônibus me sentindo no tabuleiro do Banco Imobiliário, passando na Rebouças, Brigadeiro, Paulista, Augusta, Jardins. E pensando no quanto era bom na época do Banco Imobiliário, afinal eu tinha dinheiro e propriedades. Sorte ou revés? Pague o aluguel. Agora, do Banco Imobiliário, eu só pago o aluguel.


Pô, e eu uso “megalópole” toda hora, hehehe… No meu caso, é justamente para realçar essa coisa quase absurda de São Paulo, essa extensão interminável, essa imensidão que não tem como cobrir mesmo morando a vida inteira por aqui – simplesmente, não é normal que essa cidade seja TÃO GRANDE. Chamar São Paulo de “metrópole”, para mim, é tipo chamar o Barra Shopping de “centro de compras” – é meio que menosprezar seu tamanho descomunal e quase desumano. Por isso o “megalópole”.
E esse “pague o aluguel” me lembrou DEMAIS o Sr. Barriga, hehehe… =P
Adorei tua visita.E gostei desse teu texto aqui. Mas tens também o empreendedorismo (argh! palavrão não vale) que o Banco Imobiliário te legou. Beijo, guria.
Concordo com o Igor. Metrópole seria… Porto Alegre???
Beijoooooo, adorei vê-los!
Há mais histórias sobre o Banco Imobiliário nesta tua mochila. Algumas poderiam ser publicadas aqui, não? Como a de uma menina na praia, etc…
Eu não tinha comentado sobre a piolhenta q só queria jogar banco imobiliário?! O.o jurei q tinha..lembrei dela a primeira vez q li este post.
A claudia tu podia me dar umas dicas de como botar toooodos esses links, ne?! Não me entendo com esse wordpress ¬¬
Bjumelinka! ;D
sera que eu vou consegir tirar a minha carteira de motorsta